I wanna hold your hand

Quero sair pra um parque de diversões, e no meio da noite, deitar no seu colo e receber um codinome eterno, selado com beijo.

Quero pular cercas na escuridão, no êxtase de um espetáculo, e lembrar disso pra sempre.

Quero olhar de longe você caminhando de costas num dia nublado de praia.

Quero ver o sorriso bobo e o rosto vermelho de quem parece que se apaixonou pela primeira vez.

Quero, depois de dias sem te ver, abraçar sem dizer nada e mesmo assim, entender tudo.

Quero cobrir o rosto pra esconder lágrimas de felicidade, de vez em quando.

Quero achar que é um sonho, quando é tudo muito real.

Quero não entender o quanto tudo parece tão certo pra ser, desde minha tenra idade. Desde a nossa ingenuidade.

Quero me sentir completa desse jeito como nunca me senti de outra maneira.

Quero num só olhar entender um sentimento que não pode ser traduzido nunca pra palavras.

Quero esperar os faróis vermelhos pra poder te olhar sem você notar.

Quero deitar no capô do carro, escutando beatles, e olhar as estrelas, no meio de uma estrada de terra.

Eu quero tudo.

Eu quero você.

Dick 🙂

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The White Running Bunny

Tempo é bobagem. Tempo é essencial. Tempo é dinheiro. Tempo é preciosidade. Tempo é corrido, arrastado. É velho, é novo, é longo, é nobre. Se vai, nos deixa, engana, desapercebe.

Tempo é só um número que se conta nos dedos.

Você tem o tempo em suas mãos.

Não é tarde, não é cedo. É questão sempre de um ponto de vista diferente.

Este é o nosso tempo. Os ponteiros são nossos passos. Pensamentos, sentimentos.

Movemos o tempo com nosso ser.

E transformamos o casulo em borboleta, seja em anos, dias, ou segundos.

Tempo passa. O que não passa nunca é a gente.

É a alma.

Nada que o tempo não cure.