Hair

rating: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

“Brilhante!” – Los Angeles Times

“Arrebatador!” – The Wall Street Journal

“Hair é um filme para todos!” – Newsweek

Musical de duração de 121 minutos aproximadamente, direção de Milos Forman, roteiro de Michael Weller, do ano de 1979.

Repassando por minha seção de críticas de filmes, reparei que eu ainda não tinha postado uma resenha para um de meus filmes favoritos: Hair.

Que absurdo! Rs… Lembro-me da primeira vez que o vi, por acidente, na casa de Sunshine e Pete. Quando percebemos, todos prestávamos atenção na televisão e eu vibrava com cada cena e música. Hair é simplesmente indescritível, definitivamente um marco essencial na história dos musicais e das revoluções Hippies. Conta com a abertura de uma das melhores músicas do 5th Dimension: The Age of Aquarius e o encerramento de outra: Let The Sun Shine. Segue a sinopse dessa obra prima imperdível…

Sinopse: Capaz de transmitir toda energia, paixão e musicalidade que embalou o país, Hair é uma homenagem divertida e forte ao espírito turbulento dos anos 60. Brilhantemente recriada por Milos Forman, diretor vencedor do Oscar, e pelo roteirista Michael Weller, esta vibrante versão para o cinema do fenômeno da Broadway se classifica “entre os melhores musicais de todos os tempos” (The Hollywood Reporter)! Recém chegado do interior, Claude Bukowski (John Savage) chega a Nova Iorque onde pretende se alistar para a guerra do Vietnã. Ao chegar, ele conhece um grupo de hippies no Central Park e se apaixona pela bela Sheila (Beverly D’Angelo). Claude fica amigo de Berger, o líder pacifista dos hippies (Treat Williams), que o convida para irem de penetras à festa de Sheila e lá declarar o seu amor. Claude vai parar na cadeia, depois no lago do Central Park e por fim no exército, Mas o esforço final de Berger para salvar o amigo do Vietnã acaba dando margem a uma surpresa do destino… com consequências chocantes.

 

Sobre a produção teatral:

Hair foi escrito por James Rado e Gerome Ragni (texto e letras das músicas) e Galt MacDermot (música). Estreou off-Broadway, em 17 de outubro de 1967 e, depois de 45 apresentações, foi para o Teatro Biltmore, na Broadway, em 29 de abril de 1968, onde foi à cena por mais 1.873 vezes.

Uma das actrizes do elenco, Beverly D’Angelo, se consagraria em Hollywood. Foi a única atriz que não apareceu nua em cena (embora o tenha feito depois no filme).

Seguiram-se outras montagens em Los Angeles,Londres e Sydney. No México, depois da primeira apresentação, a peça foi proibida pelo governo e os actores, ameaçados de prisão, tiveram que deixar apressadamente o país. Outras montagens se seguiram através do mundo , voltando a cartaz mais recentemente na Austrália, na Áustria e na Grã-Bretanha, com novas letras para as antigas canções.

Em setembro de 2005, nova montagem de Hair foi encenada em Londres, com a ação ambientada não mais na Guerra do Vietname, mas na Guerra do Golfo de 2003. James Rado concordou inicialmente com a montagem, mas o espetáculo mereceu críticas de actores que trabalharam na versão original. Na opinião deles, o espírito desta foi traído na atualização.

O álbum com as canções da peça foi agraciado com o Grammy de 1969.

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