Mais um dia, mais um dólar.

AVISO: post besta.

Salucitaciones.

Tive uma sensação tão embriagada de Monty Python que eu me percebi disposta a escrever. rs… Eis então uma parte do meu dia.

Na escola, se desenrolou como um dia normal numa aula de química. A professora tentava explicar a matéria, que eu acho que tinha algo a ver com halogenação e incógnitas. Enquanto isso, um grupo num canto brincava com uma camisinha cheia de ar… Do outro lado, nós jogávamos um inocente jogo de cartas, durante uma guerra de meteoros de papel entre todos os presentes (entenda você que um meteoro de papel exige ser feito com pelo menos 3 folhas).

Percebi ao decorrer do dia o quanto alguns achegados parecem conhecer relaticamente bem minha personalidade…

Eu e Tuki estamos ajudando no projeto de grafite para uma tal de Feira Cultural, e falávamos mal de um garoto qualquer, quando acabei ficando nervosa…

-Se ele der uma de folgado, vai acabar apanhando. Porquê vai mexer com o Tuki, que é um dos piores garotos da sala…

-E com você, Marina, que nem se encaixa muito na ala feminina… – Foi o que o Bob completou. Não posso digitar o modo educado como o respondi…

Na hora da saída, no caminho de volta para casa, tive de passar na auto-escola, para pegar certas informações. Estive acompanhada de Hay Lin e Mr. Bicman. Este último, enquanto a atendente me informava dos procedimentos para a retirada da carta, ria e caçoava de probabilidades mortais que envolveriam eu em frente ao volante. Pode-se imaginar como ficou meu crédito com a auto-escola. Especialmente quando ele gargalhou no momento em que a moça explicou sobre o exame psicológico. That sucker. Grr…

Quando saímos, chutei algumas caixas de papelão, pedras, e garrafas pela rua, torcendo pra acertar em alguma coisa relevante, como um carro. Minha filosofia é que você não deve se segurar quando sente vontade de chutar as coisas. O que é altamente reprovado pelos que estão ao redor de mim. Vai entender.

Mr. Bicman divagava sobre como seria meu exame psico-técnico, rindo de possíveis situações envolvendo imagens borradas e respostas sobre morte e atropelamento de velhinhas indefesas.

Parou em frente ao petshop e sorriu pra mim. “O que foi?” Hay Lin perguntou a ele, parando em seguida. Bastou que eu o olhasse, pra entender e gritar, assustando a maioria dos pedestres… MACAAAACOS!!!

Pra você que não entendeu… O petshop a caminho da minha casa recém-adquiriu um casal de macaquinhos. MACACOS! Se você tem um macaco, apenas um amigo que possui uma Coruja, um Jacaré ou uma Lhama te superam! Te colocaria no Status Quo do mundo dos fracassados colecionadores de animais domésticos bizarros!

Eu carinhosamente apelidei o casal de Charles Robert Darwin de Shrewsbury, em referência ao naturalista britânico, desenvolvedor da teoria da evolução. E o outro eu apelidei de Jubileu. Porquê é engraçadinho, sabe? Para que um casal de macacos seja cômicamente aceitável, tem que ter pelo menos um com nome idiota. Pelo menos funcionou com o Pink e o Cérebro. Enfim…

Já imaginou levar um amigo em casa, e ao dizer que vai apresentá-lo, chamando logo em seguida por Rex… e do nada surgir um MACACO de algum lugar?! Não? Tudo bem, eu só quis compartilhar o pensamento…

Já quase em casa, Hay Lin falava algo sobre ter assistido “Parasitas Assassinos”. Eu a encarei tortamente, e perguntei… ” Isso seria algum trash de terror? “. Ela então me explicou que era na verdade um documentário do Discovery Chanel, alegando ter cultura demais pra ver filme de terror trash. Eu acenei com a cabeça, só pra dar um apoio moral, rindo discretamente em alto e bom som. Foi então que ela começou a desenrolar uma descrição nojenta de casos mais nojentos ainda de pessoas parasitadas. Se você for uma pessoa com membros perdidos por causa de parasitas carnívoros, me desculpe… MAS EU NÃO QUERO SABER A MÍNIMA! eca!

– E aí, a mulher teve que operar depois que levou uma arranhada de um gato selvagem… – Ela terminou de me informar.

-É… tenso. É por isso que eu sempre digo: Nunca aceite carona de Aliens estranhos.

-Ah, não é assim também. Aliens não tem nenhum problema. O problema são cães e gatos de rua.

-É, faz sentido. Afinal, você nunca sabe por onde esses bichos podem ter estado.

-Exatamente. E um Alien, você bem sabe que vem do espaço.

-Você tem razão. Desculpe o equívoco.

-Tudo bem. Se acerte depois com os Aliens… – Ela terminou o diálogo e subiu para sua casa…

O que me lembra…

“Busquem Conhecimento”

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2 Respostas para “Mais um dia, mais um dólar.

  1. “Eu carinhosamente apelidei o casal de Charles Robert Darwin de Shrewsbury, em referência ao naturalista britânico, desenvolvedor da teoria da evolução. E o outro eu apelidei de Jubileu. Porquê é engraçadinho, sabe?”

    Nice!
    Ou então Lord Barão Von Genocídeo Futreson da Lucra, e Peludinho.

    Você precisa ler os livros de Douglas Adams, escritor que foi roteirista para os Pythons! Tenho que te emprestar meus livros. xD

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