Collecting Moments

nesses três meses de sazunidos, mudanças, saudades, chororôs e viagens incríveis… eu tento todo dia achar razão, algo que me diga que esse é o ano da minha vida. e não há dedos pra contar quantas coisas absurdamente legais tão acontecendo, mas ainda sim o peito sente aquele vazio, aquele desconforto de ‘o que tô fazendo aqui?’. e de repente, me dou conta de que não há como querer achar sentido ou querer mensurar o quanto isso tudo é maravilhoso. só quando eu voltar pro brasil, quando pegar minha rotina de volta, quando abraçar minha família e voltar pra casa de portão azul número 802, é que vou me dar conta de quanto meu ano de au pair foi sensacional, de quanto eu gostava de tudo aqui, de quanto minha família vai me fazer falta. pois é seres humanos, estamos confinados à saga da felicidade plena para sempre. podemos até saber quando somos somos plenamente felizes, mas conciência mesmo… só quando o momento passar. afinal de contas, a felicidade está presa em pequenos vidrinhos de acontecimentos. uma foto, um sorriso, um vento na cara, e quando vc abriu os olhos, puf!

Passou!

Texto de Giulia Ciavatta

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