Orgulho e Preconceito

Salut aos meus navegautas. Aproveitando o pique para críticas literárias, eis que estou por aqui postando mais uma graça que tive prazer de ler neste tempo em que ando muda do blog… E este foi realmente de grande prazer. Finalmente li Orgulho e Preconceito.

Depois de algumas chamadas de atenção em aulas, perdas de horários em compromissos, traz e leva de livro, encho-me de “orgulho” que terminei esta obra. E vamos então tecer esta crítica de uma vez.

Orgulho e Preconceito é sem dúvida um dos melhores livros que li por no mínimo dois motivos: O estilo da escrita, e a história em si.

Comecei a ler depois de assitir ao começo do filme recente, com a Keira Knightley (a Elizabeth de Piratas do Caribe e curiosamente, Elizabeth também em Orgulho e Preconceito). Achei a história interessante e fui conferir o livro. Me acabou saindo tré melhor que a emcomenda! Orgulho e Preconceito é um romance cativante, de época , das ladys e gentlemans da antiga Londres. Trata dos casamentos arranjados e disputados pelas jovens moças de uma família excêntrica e quase desafortunada, sem filhos homens, com 5 mulheres. Mas o que torna o livro cada vez mais instigante é a mão de Jane Austen, a autora, que transborda experiência e maestria! É o tipo de estilo que gosto. Bonito, bem relatado, sucinto mas sem perder mão dos detalhes importantes. Não é aquele estilo enrolador, cheio de floreios e voltas sem fim, suspense inútil e impaciência. É rápido, belo e eficiente. Perfeito, se me permitem dizer.

A história gora principalmente na segunda filha mais velha de 5,  do casal Bennet, a jovem Elizabeth. Um rapaz surge na cidade, rico e bonito, chamado de Mr. Bingley, e acaba interessado pela Bennet mais velha, Jane. Mr. Bingley traz consigo um estranho e insociável amigo, Mr. Darcy, que é dono de uma conduta aparentemente rude e orgulhosa. Porém, algo parece sempre levá-lo a inteligente e insolente Elizabeth. Com a chegada do regimento dos oficiais à cidade, um grande tumulto toma as mulheres, e tudo na história começa a fluir, dando lugar aos conflitos principais que enlaçam os personagens principais, secundários e até os que pareciam apenas figurantes de passagem.

Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice) de Jane Austen, é do ano de 1813, republicado pela Abril na coleção Clássicos, com tradução de Lúcio Cardoso e de aproximadamente 437 páginas, e já ganhou versão cinematográfica com Keira Knightley, Matthew Macfadyen, Simon Woods e Rosamund Pike, do ano de 2005, com direção de Joe Wright e duração de 127 minutos.

O filme é muito bem produzido e satisfatoriamente fiel ao livro, com alterações ínfimas e praticamente irrelevantes. Os personagens são excelentemente representados, em especial a Elizabeth (Keira) e Darcy (Matthew), transformando o casal em algo tão profundo quanto se podia imaginar durante a leitura da obra de Austen. Os ademais atores cumprem bem sua função e dão fluidez ao enredo com ótima execução. O filme, creio eu, está mais do que bem recomendado, assim como a obra literária (prioritariamente).

poster do filme

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