Politicagem pra que te quero.

Salut.

Mais uma vez, queridos navegautas, venho lhes informar minha opinião sobre qualquer coisa que me veio na cabeça. A diferença é que esse é um assunto que odeio, sinto repulsa e passo nervoso toda vez que falo. Tudo por um simples fato:

O meu país se resume num bando de idiotas mongóis sem cérebro que se alimentam de televisão.

Mas isso nem é novidade pra vc, né?

O problema em discutir política hoje em dia, pra mim, é que nunca sou escutada. Não que eu queira que os outros sigam tudo o que falo ou que queiram consultar minha opinião, mas que, pelo menos, tenham um pouco de sensatez!! Sério!!

Outro dia, um animal que estuda comigo perguntou ao professor, “voto em quem? na Dilma ou na Marina?”. Eu juro que senti vontade de atirar nele. Mas eu vou explicar o porquê. Veja bem, que tentei argumentar com o rapaz (que faz parte de uma massa de adolescentes babacas, bêbados e galinhões) que ele não era obrigado a votar apenas no Serra, Dilma, Marina… que ele podia votar nulo e esperar que a maioria também fizesse o mesmo e então, esperar um candidato melhor. Mas a resposta foi uma, e não veio só dele: Risada sem fim. Até agora não entendi o que acharam de tão engraçado na minha frase. Eu apenas tentei argumentar contra a ignorância da juventude. Mas não foi só. Quanto mais revoltada eu ficava com aquele comportamento primata, mais os outros riam!! E eu dizia: “Esses são os palhaços que vão cobrar impostos até do funcionamento dos seus órgãos e vocês levam isso na maior idiotice possível! Nem sequer sabem o que estão fazendo! E no fim, quem vai ter que pagar por toda a merda sou eu também, porquê um babaca vai colocar outro pior no poder”. Mas mesmo diante da provocação… mais uma vez… tudo o que eu ouvi foram risadas e um “se acalma, não adianta discutir, deixa o cara fazer o que ele quiser pra ele parar de enxer”.

Isso é o modo como as pessoas se tratam! Elas aceitam a ignorância pelo simples fato de não quererem ser incomodadas! Que merda é essa?! Que mundo escroto é esse?!

E então, um babaca mor será eleito, governará o país como todos os outros otários fizeram e vamos continuar todos bem insatisfeitos com esta sobrevida de animais de circo, vivendo do que os porcos jogam para nós. ~E ainda reelegerão o mesmo estúpido nos anos seguintes!

A questão é que o povo dessa “democracia” não passa de um monte de cabeças-ocas, sem voz, controláveis, preguiçosos, insatisfeitos com si e com o mundo, gananciosos e sem qualquer senso real de justiça!

Eu já nem critico mais os desinteressados em política ou em questões sociais desse país, porquê eu mesma já desisti. Eu cansei de me revoltar e ter que ouvir as amebas não evoluídas rirem de mim. Eu cansei de me expressar e ser tachada de revoltada e reclamona. Eu cansei dessa droga toda e espero sinceramente que todos os imbecis que agem dessa forma com quem tenta mostrar alguma sensatez se afoguem na própria ignorância e definhem no esquecimento e na latrina. Cansei de tentar conversar com babuínos e quando eu tiver chance, talvez eu deixe esta droga de país pra trás com todo o seu bom futebol e seu Carnaval. Deixe que as pessoas esperem viver dentro de um campo ou na passarela do sambódromo, enquanto os políticos lavam a cueca, a cara, a falta de vergonha e a safadeza no dinheiro desses carnavalescos. Eu  c a n s e i.

Um amigo sensato veio outro dia discutir comigo sobre política e pude conversar como alguém pensante sem problemas. Isso, foi um que pensa, contra 27 outros adolescentes. E expliquei tudo o que eu achava, e achamos pontos em comum. Um deles é a educação ridícula deste país. Que “educação” é essa?! Adestramento? Enjaulamento? Lavagem cerebral?

As escolas públicas são tratadas como reduto de marginais, de onde os criminosos só tiram novos amigos criminosos. Onde os professores têm medo das ameaças de morte que recebem, caso reprovem o delinquente. E o povo acredita ainda nas propagandas do governo sobre os investimentos, sobre os resultados e sobre o bom desenvolvimento dessa merda de educação!

Até mesmo nas escolas particulares, essa droga tá toda errada! O sistema de ensino é montado numa ilusão falha e gasta que somos todos robôs e que precisamos de todo e qualquer tipo de informação que possam conseguir entuchar na nossa cabeça ao mesmo tempo, numa corrida por notas e aprovação dos pais. (Isso vai merecer um outro post depois).

A verdade é que a defasagem desse país, em tantas áreas vitais como alimentação, energia, educação e saúde, vai de mal a pior, porquê vivemos numa sociedade bizarra, cheia de marionetes da televisão, cheia de burros que apenas seguem o fluxo e manipulados pelos mais influentes.

O político pode continuar dando a cesta básica pros pobres, ao invés de tentar desafogar o país da miséria, que essa droga vai continuar a mesma. Os viciados vão continuar traficando, os inocentes vão continuar na sarjeta, o povo vai continuar a decair em ignorância e os pobres vão ser cada vez mais pobres. Todos vivendo num grande montinho de cocô. Se ainda vai restar alguma alma dessa caca, eu não faço idéia.

Só não contem comigo pra tentar mudar a cabeça de gente estúpida, porquê falar com meus cães é ainda mais interessante. E eles mostram mais sinais de inteligência. E olha que só os alimento uma vez ao dia.

Taí Felipe Neto, dizendo tudo que um dia precisou ser dito pra essa população de acéfalos incompetentes. A diferença entre eu e ele, é que eu não espero mudanças. Eu já aceitei que o povo é uma grande droga cada vez mais podre, e que um dia, com sorte, todos acabem engasgados com o pouco vocabulário.

E nem consegui falar do voto nulo ainda… tsc. Talvez num próximo post.

A Origem

Depois de duas críticas seguidas de literatura, acho que nada melhor que finalizar com um bom longa, ainda exibido nos cinemas. Aproveite você que está curioso pelo filme e use bem esse post!

Na sexta que acabou de passar, eu e Dick decidimos ir ao cinema ver um filme que ambos estávamos querendo, depois de ver bons trailers do mesmo. O filme foi “A Origem”, com o Leonardo DiCaprio. Pegamos a sessão um pouco atrasados, tivemos de lutar um outro tanto pra achar um bom lugar, e esperamos o filme tomar a sala. E vejam… Não posso descrever o quanto me surpreendi.

Confesso que eu pouco esperava do filme, levando em consideração que o que eu realmente estava louca para ver era O Último Mestre do Ar (sou super fã do desenho Avatar). Mas minha leve decepção foi completamente abaixo conforme o filme foi se desenrolando.

A Origem acabou se revelando uma espécie de thriler engenhoso, uma ficção extremamente bem bolada! A idéia do diretor (o mesmo de Cavaleiro Das Trevas), foi algo que me pareceu cuidadosamente planejada, estruturada e desenvolvida. A produção é incrível, os efeitos são o que eu chamaria de perfeitos, o timing é excelente, a atuação é impecável e o enredo torna-se o melhor dos tópicos do espetáculo.

A história trata de um ladrão de segredos, que infiltra-se no sonho de outras pessoas atráves de uma máquina especial para esta função. Mas não é tão simples como parece. A invasão precisa ser muito bem bolada, ou pode acionar os dispositivos de defesa do inconsciente e expulsar o invasor da mente do sonhador. Mas a coisa não pára por aí. A invasão do sonho alheio não foi suficiente para o enredo, portanto, foi pedido ao ladrão (Leonardo DiCaprio), por um magnata poderoso da indústria de energia, para que fosse implantada uma idéia que lhe desse vantagem no mercado em seu rival. Eis que a missão torna-se entuchar tal idéia de modo que ela pareça que o própri sujeito a teve, e isto é algo que exige muito do inconsciente. Os sonhos são dividos em níveis, e é possível que existam sonhos dentro de sonhos, tornando a tarefa cada vez mais profunda. É preciso então juntar uma equipe de bom tamanho, que conta até mesmo com um arquiteto para forjar toda a estrutura do sonho no inconsciente, para que nada pareça estranho demais e se assemelhe a realidade. Com a mudança de tempo entre as camadas dos sonhos e a mudança de donos do inconsciente, as vezes é possível perder-se na mente dos próprios personagens ou até mesmo na sua.

É embasbacante ver o raciocínio e a execução de tal trabalho, que juntando suas partículas, torna-se uma obra surpreendente, do tipo de filme que lhe fará um belo nó nos neurônios e lhe atirará zonzo para fora da tela.

A Origem (The Inceotion), do ano de 2010, é dirigido por Christopher Nolan (mesmo diretor de Batman- O Cavaleiro das Trevas), é uma ficção/suspense com 148 minutos de duração e que conta em seu elenco com Leonardo DiCaprio, Ellen page, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard e Ken Watanabe.

Orgulho e Preconceito

Salut aos meus navegautas. Aproveitando o pique para críticas literárias, eis que estou por aqui postando mais uma graça que tive prazer de ler neste tempo em que ando muda do blog… E este foi realmente de grande prazer. Finalmente li Orgulho e Preconceito.

Depois de algumas chamadas de atenção em aulas, perdas de horários em compromissos, traz e leva de livro, encho-me de “orgulho” que terminei esta obra. E vamos então tecer esta crítica de uma vez.

Orgulho e Preconceito é sem dúvida um dos melhores livros que li por no mínimo dois motivos: O estilo da escrita, e a história em si.

Comecei a ler depois de assitir ao começo do filme recente, com a Keira Knightley (a Elizabeth de Piratas do Caribe e curiosamente, Elizabeth também em Orgulho e Preconceito). Achei a história interessante e fui conferir o livro. Me acabou saindo tré melhor que a emcomenda! Orgulho e Preconceito é um romance cativante, de época , das ladys e gentlemans da antiga Londres. Trata dos casamentos arranjados e disputados pelas jovens moças de uma família excêntrica e quase desafortunada, sem filhos homens, com 5 mulheres. Mas o que torna o livro cada vez mais instigante é a mão de Jane Austen, a autora, que transborda experiência e maestria! É o tipo de estilo que gosto. Bonito, bem relatado, sucinto mas sem perder mão dos detalhes importantes. Não é aquele estilo enrolador, cheio de floreios e voltas sem fim, suspense inútil e impaciência. É rápido, belo e eficiente. Perfeito, se me permitem dizer.

A história gora principalmente na segunda filha mais velha de 5,  do casal Bennet, a jovem Elizabeth. Um rapaz surge na cidade, rico e bonito, chamado de Mr. Bingley, e acaba interessado pela Bennet mais velha, Jane. Mr. Bingley traz consigo um estranho e insociável amigo, Mr. Darcy, que é dono de uma conduta aparentemente rude e orgulhosa. Porém, algo parece sempre levá-lo a inteligente e insolente Elizabeth. Com a chegada do regimento dos oficiais à cidade, um grande tumulto toma as mulheres, e tudo na história começa a fluir, dando lugar aos conflitos principais que enlaçam os personagens principais, secundários e até os que pareciam apenas figurantes de passagem.

Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice) de Jane Austen, é do ano de 1813, republicado pela Abril na coleção Clássicos, com tradução de Lúcio Cardoso e de aproximadamente 437 páginas, e já ganhou versão cinematográfica com Keira Knightley, Matthew Macfadyen, Simon Woods e Rosamund Pike, do ano de 2005, com direção de Joe Wright e duração de 127 minutos.

O filme é muito bem produzido e satisfatoriamente fiel ao livro, com alterações ínfimas e praticamente irrelevantes. Os personagens são excelentemente representados, em especial a Elizabeth (Keira) e Darcy (Matthew), transformando o casal em algo tão profundo quanto se podia imaginar durante a leitura da obra de Austen. Os ademais atores cumprem bem sua função e dão fluidez ao enredo com ótima execução. O filme, creio eu, está mais do que bem recomendado, assim como a obra literária (prioritariamente).

poster do filme

Terra Dos Homens

Olá mais uma vez e já venho hoje pedindo desculpas pelo sumiço em que me meti nesses tempos. Percebi que por incrível que pareça, quando eu paro de escrever, as visitas no meu blog caem… ou seja… Tem gente que Realmente acompanha o blog! rs… Mas vamos ao que interessa.

Ultimamente ando estado sem assunto por causa de uma certa correria, mas pelo menos não me falta tempo para leitura. Um dos livros que li recentemente e gostaria de comentar, pelo renome do próprio autor, é o Terra Dos Homens, de Antoine de Saint- Exupéry.

Exupéry, para quem está precisando de um empurrãozinho na memória, têm entre suas obras o querídissimo Pequeno Príncipe (Le Petit Prince).

Quanto a esta obra em especial de Exupéry, devo dizer que não obtive grande alcance nas minhas expectativas. Acabou se revelando na verdade um relato quase que totalmente autobiográfico do autor, dos tempos em que o próprio já foi aviador. Pareceu-me até mesmo, em algumas partes, que folhas já escritas em época de suas aventuras teriam sido apenas anexadas à história diversa do livro. De fato, existem belas observações, quão profundas, sem dúvida, da importância das coisas e das experiências. Mas para mim, foi uma leitura enfadonha, sem tanto interesse, e realmente, movida mais por curiosidade. Mas os relatos mantém seu formato do início ao fim, mudando apenas de cena ou situação. Da queda ao deserto, à travessia de tormentas, o livro Terra Dos Homens tem mais cara de diário de bordo do que romance em si. Mas é algo que deve ser consultado sim, mesmo que enfadonho, afinal continua sendo um pedaço da obra deste escritor francês tão talentoso.

Terra Dos Homens (Terre Des Hommes, no original), datado de 1981, da José Olympio Editora, conta com 155 páginas aproximadamente, de Antoine De Saint-Exupéry.

imagem do autor

O Morro Dos Ventos Uivantes

Depois de ter que passar as férias adiantando um tanto de meu TCC, ociando em casa e trabalhando, finalmente reabri um livro, depois de terminar de ler 1984. Parece que estranhamente tenho escolhido leitura clássica. Mas isto talvez deva-se ao fato de eu estar em posse da coleção Abril clássicos. rs…

Enfim. Minha presa desta vez foi o bem criticado Morro Dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights, no original), de Emily Brontë. Já havia cultivado a curiosidade neste livro, porquê foi muito citado por Stephanie Mayer (impressão de ter escrito errado, rs) em sua obra de modinha. Mas quando li sobre o mesmo, soube que era na verdade uma história de amor desenrolada no ódio. E isso muito me interessou.

Depois de colocar as mãos no livro e me deliciar em sua leitura, um tanto detalhista e rebuscada demais ainda para meu gosto sensível, fiquei completamente hipnotizada. Mesmo que a leitura cansasse em certos momentos, era praticamente um insulto a si conseguir fechar o livro. Era sempre preciso mais! Mais de Heathcliff, de Ellen ou de Cathy. O livro possui um estilo de narrativa intrigante, pois passa de pessoa a pessoa, mas sem na verdade mudar o verdadeiro narrador, que trata-se do personagem Lockwood, um observador que tem contato com a ex-governanta da antiga casa de Wuthering Heights, local onde um amor enfervecido de ódio e incrustado de injúrias começa a dilacerar dois amigos, irmãos e amantes. E deste “romance”, partem-se diversas teias, armadilhas, vinganças e rancores que se desenrolam amargamente durante a história. É maravilhoso de se ver o quão próximo estão o ódio e o amor nesta mistura excitante que Brontë teve a perícia de alcançar. Simplesmente lindo, um final merecedor da arte em seu geral, encantador e embasbacante. Definitivamente, um livro para se ter na prateleira e no coração.

Sinopse: Único romance da britânica Emily Brontë, O morro dos ventos uivantes, obra que já foi adaptada para cinema, é a história de uma paixão intensa e tempestuosa. Acompanhando a vida de seus protagonistas, os anti-heróis Heathcliff e Catherine, desde pequenos, testemunhas da força destrutiva do amor. Do ano de 1847, publicado sob o heterônimo de Ellis Bell. Tradução de Rachel de Queirós.

Cena do filme clássico de O Morro Dos Ventos Uivantes

Banda Ctrl+Alt+Del !!

Seja fã você também desses caras que eles são tudooo!!

Meeu, super fofoos, tipo, lindos e cantam super! Mó conteúdoo a letra deles.

Amei de paixão e merecem tudo o quee conseguiram!!

CTRL ALT DEL!!!

Entre você também pra essa família. Rs…

Agora é sério. Parei com os coloridos, definitivamente cansei. Vou viver minha vida, fui.

Se não fosse você…

Como eu poderia ser eu mesma?

Como eu poderia dormir em paz?

Até onde chegaria a rachadura no meu coração?

Será que mesmo assim, me escutaria chorar baixinho de noite?

Será que eu ainda acabaria nos seus braços?

Se não fosse você, como eu poderia ser alguém?

Como amaria por completo?

Como abandonaria o incerto?

E a escuridão um dia me deixaria?

Pra eu em paz, e enfim, poder achar a minha luz…

Se fosse diferente do que é, isto é algo que nunca desejei, porque assim eu nunca lhe amarei…

Como tanto o amo.

Há dias o vejo virar-se e ir-se embora, e fico pensando ali na hora, com o gosto do beijo que acabou de me selar…

Que ali é perfeito e é onde quero estar. Esperando você voltar mais uma vez…

E dizer que me ama. E eu podendo imaginar que isso eu consigo pela vida toda.

Que posso seguir sem medo do seu lado, segura nos braços…

Do homem que me faz ser mais do que imaginei.

E ele amarei.                                      Para sempre.