Sobre meu Blog virar Vlog…?

Oi povo desconhecido ou conhecido que eu não sei ainda porquê cargas d’água lê meu Blog! rs…

Saí há pouco tempo com umas amigas e num bate-papo doido , como são normalmente os bate-papos em que eu me envolvo, sugeriram pra que eu fizesse um vlog. ó!

Eu mal sabia o que era um vlog direito e aí eu fui pesquisar, e vi os vídeos do PC Siqueira, e de outros vloguers menos populares que rodam no youtube. E até achei a idéia de fazer um vlog bem legal! Acho que eu mesma me divertiria muito depois de ver meus próprios vídeos, coisa que eu já faço com as coisas que filmaram de mim nessa vida. Eu já fui parar no youtube sem querer e me racho com a micagem que eu acabei pagando. Então, eu não considero fazer um vlog uma má idéia.

Não, eu não faria pra ganhar “seguidores”, “assinantes” ou eu sei lá como chamam as pessoas que vão assistir meus vídeos. Eu faria pelo mesmo motivo que escrevo no meu blog. Expor minhas idéias do jeito que eu quero. Simplesmente porquê eu senti vontade de expor. Por mais idiota que seja.

Mas (e sempre tem um mas) fazer um vlog exige um câmera ou uma webcam pra filmagem e nem isso eu tenho. Acabei de fazer uma conta no youtube, mas eu não sei editar vídeos direito, nem sei filmar, nem sei postar. As idéias e a vontade eu posso até ter. Falta-me o caminho de pedras douradas até a saída de Oz, diretamente para o Youtube, num novo vlog entre os zilhões que já existem. Outro problema? Que eu já estou até vendo os babacas que vão querer comentar nos meus vídeos… “Ah, que menina besta, é a cópia do PC Siqueira” ou “Que idiota! Quem ela pensa que é imitando o Felipe Neto?!” ou “Que droga, só perdi meu tempo vendo esse vídeo sem noção”. Tudo bem, eu pouco me importo com a opinião dos outros, mas deve ter uma hora que isso enche o saco…

Enfim!

Fiz o post pra dizer que eu estou só avaliando a idéia de fazer um vlog. E quando eu comprar uma câmera, talvez eu faça mesmo. Sei lá. Se meu blog já é um joça, imagine transformado em vídeo… Imaginou? rs…

Vlog da Mah?!

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Adicionar novo Vlog?

Veja bem você, que já utiliza banda larga há um bom tempo e passa boa parte do seu período internáutico no Youtube… Eis que venho falar sobre os Vlogs.

Você que não tem tempo, nem vontade, nem paciência pra ter passado pelo youtube nesses últimos meses, eu lhes digo o que é um Vlog.

Vlog= É nada menos, nada mais do que um vídeo blog. Sabe o seu blog querido que você ocasionalmente abre pra jogar uma idéia num post? então! converta todo o seu trabalho em digitar a sua opinião, numa performance falada para uma câmera, poste como um vídeo na internet e pronto! Você já tem seu vlog! recapitulando? O vlog é o seu blog… em vídeo! Dã!

Entendeu?

Mesmo pra você, que já sabia o que é um vlog, que é o mestre do youtube, que já decorou os vídeos do PC Siqueira e do Felipe Neto, essa definição é importante. Por quê?

Me acompanhe. Há um tempo atrás, eu não tinha uma internet rápida suficiente para acessar o Youtube. Foi recentemente instalada aqui a banda larga, que eu precisava com urgência para fazer meu TCC. Passiei pelo Google, fiz minhas pesquisas, editei meus textos, postei no meu blog e baixei vídes do Youtube. Só que nesse tempo que eu estive no site de vídeos, eu percebi uma enorme quantidade da existência de vlogs. De todos os tipos! Achei super bacana o que o vlog propõe, porquê, afinal de contas, é muito mais dinânimo e divertido do que um blog escrito.

Foi então que eu achei o problema: A hierarquia.

Parece que os vlogueiros tops, como PC Siqueira e Felipe Neto definiram, mesmo que sem querer, um padrão para um Vlog. Cheio de edições, piadas, teatralidades, efeitos, cortes e etc… E nos comentários de outros vlogs, percebi muitas pessoas com a opinião de que esses outros eram só cópias fajutas do PC e do Felipe. E achei simplesmente ridículo.

Ora, é como se algum babaca chegasse aqui no meu blog e dissesse que eu escrevo que nem outro blogueiro famoso. Que falasse que a edição do meu site é medíocre e que eu sou só uma cópia fajuta de um blogueiro que tenha mais sucesso. Não te parece estúpido também?

Assim como o blog serve de espaço para que eu possa me expressar na rede, possa postar o que eu bem quiser e falar sobre o que quer que eu queira, eu creio que assim um vlog também deve funcionar. Os blogs sempre terão o mesmo padrão! Um monte de posts, um atrás do outro, com opiniões e imagens, as vezes vídeos ou músicas, notícias ou enquetes. E nem por isso, um é a cópia do outro. É sempre uma coisa pessoal. Assim como o vlog também tem seu padrão. Uma pessoa em frente a câmera, falando do que lhe vem a cabeça, as vezes com edições mais rebuscadas, ou dinâmicas diferentes. Só.

Felipe Neto – Não Faz Sentido! e PC Siqueira – Mas Poxa Vida.

Felicidade é uma Arma Quente.

Eis aqui uma das tantas músicas dos Beatles que tem algo que me prende a cada acorde e me fascina e enlouquece de um jeito que eu não entendo ainda. Algumas partes da cena do Across The Universe me achegam a mente. Uau.

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Ela não é uma menina que vacila muito
Do do do do do do, oh yeah
Ela conhece bem
O toque da mão de veludo
Como um lagarto no parapeito da janela

O homem entre a multidão
Com seus espelhos multicoloridos
Sobre suas botas de pregos
Mentindo com seus olhos enquanto suas mãos estão ocupadas
fazendo serão
Uma impressão feita de sabão de sua mulher
Do qual ele comeu e doou
Para o National Trust

Eu preciso de uma dose, pois estou descendo
Indo atrás das mutucas que deixei em Uptown
Eu preciso de uma dose, pois estou descendo

Madre Superiora sacou a arma

Felicidade é um revolver quente

Quando eu lhe seguro em meus braços
E eu sinto o meu dedo em seu gatilho
Eu sei que ninguém pode me fazer mal
Porque, felicidade é um revolver quente

Happiness Is a Warm Gun – The Beatles (tradução)

Ponto pra Espanha.

Bom, como… o mundo inteiro já sabe… o Brasil, o país do futebol… tomou feio na Copa do Mundo.

Eu não vou ficar aqui falando sobre lances errados, jogos comprados, a estupidez do técnico, nem do Galvão Bueno, nem da Jabulani ou as vuvuzelas, nem nada do que a mídia escancarou de 5 em 5 segundos na internet, jornais e televisões.

Sim, eu estava torcendo pro Brasil. Afinal, o que eu gosto na Copa não é o futebol, não são os jogadores, não são os jogos, as decorações… Nada disso! O queeu realmente gosto é do fato de que pelo menos uma vez em cada 4 anos, no fundo, o país inteiro está torcendo para um mesmo time. Não há as rixas da torcida, os casos de morte pós conflito de clássico Palmeiras x Corinthians, os babacas no ônibus querendo discutir a primeira divisão, ou qualquer coisa que eu repudie no futebol em si. Mas perdemos… DE NOVO. Qualé, Brasil? Nem pro futebol tah servindo mais?

Eu estou é querendo desistir dos mundiais… e com isso, das únicas vezes que ligo a TV pra ver Futebol. Fui.

(fotos próprias)

Woodstock, que virou SWU, que virou 600 mangos.

Informação do site Vírgula

Nesta quarta-feira (16), o grupo Totalcom, do publicitário Eduardo Fischer, anunciou a realização do SWU (Starts With You) Music and Arts Festival 2010.

Em parceria com a promotora de eventos The Groove Concept, o festival, que terá no total 60 bandas em seu line-up, já confirmou a presença dos headliners Linkin Park e Dave Matthews Band, além do gigante Pixies e os roqueiros ecléticos do Incubus.

O SWU acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de outubro na Fazenda Maeda, em Itu – mesmo local que recebe todos os anos os festivais de música eletrônica XXXperience e Tribe.

Na coletiva de imprensa realizada hoje (16), Fischer afirmou que o evento espera receber cerca de 70 mil pessoas por dia. O local, de cerca de 200 mil metros quadrados, contará com um estacionamento para 38 mil carros.

As mais de 60 atrações confirmadas pelo SWU se dividirão em quatro palcos: dois internos e dois externos, sendo que um deles será dedicado exclusivamente à música eletrônica. Os preços dos ingressos serão divulgados apenas na próxima semana.

Em relação a polêmica com o Woodstock, nome sob o qual o festival foi anunciado em um primeiro momento, ganhou peso com a presença de Michael Lang, um dos criadores do Woodstock em 1969, na coletiva de imprensa do evento.

Fischer esclareceu que, apesar de fortes indícios de que Woodstock seria o nome do evento brasileiro, o festival americano dos anos 60 acabará inspirando apenas o formato: “Quando tivemos a ideia de criar um grande festival aqui no Brasil, viajamos para o exterior em busca de inspirações, como Coachella e Glastonbury, por exemplo. É claro que o Woodstock sempre foi um grande modelo. Mas nunca passou disso, não houve absolutamente nenhuma confirmação oficial do nome Woodstock”, afirmou.

Michael Lang confirmou aos jornalistas que o Woodstock foi apenas uma inspiração. “O SWU Festival traz o mesmo espírito dos anos 60, o de mudança. Com essa questão da sustentabilidade do SWU, o festival sai na frente e se preocupa em construir algo diferente, que vai mudar o mundo”, afirmou Lang, que vai prestar consultoria em todas as áreas do festival ao lado do produtor David Saltz, que comanda os shows do Superbowl e da abertura da Copa do Mundo de 2010. Mesmo assim, Lang não descarta a possibilidade de trazer o Woodstock ao Brasil para a frente.

Enquanto no Chile o SWU Music Festival acontece em parceria direta com o festival Maquinária, Eduardo Fischer confirmou para o Virgula Música que não haverá nenhuma edição do Maquinária em 2010 no Brasil. No ano passado, o festival trouxe para a Chácara do Jockey bandas como Faith No More, Jane’s Addiction, Panic at The Disco e Evanescence.

 Stefanie Gaspar, Publicado em 16/06/2010 16h40

O absurdo? Os preços!!!

Ingressos de Pista Comum – R$120,00 (meia entrada) e R$ 240,00 (inteira).
Ingressos da área Premium – R$ 320,00 (meia entrada) e R$ 640,00 (inteira).

Sem falar que menores não poderão aproveitar do espetáculo. Ou seja? Eu não tenho essa grana, nem a idade pra fazer parte do que poderia ter quase sido o Woodstock, não fossem as poucas bandas e o preço exorbitante.

Me ferrei.

TCC- Definição de Cultura de Massa

A quem acompanha o blog, por favor, não se assuste. Pretendo adiantar um pouco meu TCC nesta semana, por isso, os posts seguidos.

O QUE É CULTURA DE MASSA?

A cultura de massa, para desvendar a expressão em si, não é cultura, e nem é feita pela massa.

A cultura de massa é um conceito amplo, que engloba desde o baile funk até o rock’n’roll, desde a mini-saia até a calça skinny, do suco à coca-cola, das novelas aos livros, do lápis à lata de tinta. Tudo pode ser colocado no gênero de cultura de massa.

Mas, para encurtar o termo e torná-lo objetivo, cultura de massa trata de uma padronização, um sistema passado para as massas de menos poder, pela “elite” da sociedade.

Cultura de massa é toda informação manipulada para o todo pela massa dominante, transformando a cultura em produto, controlando e ditando a moda, o comportamento, a música, os hábitos, as leis, entre outros aspectos influentes da sociedade.

O QUE É MASSA?

Na Radiomensagem de Natal de 1944, o Papa Pio XII definiu o termo “massa” do modo mais explícito e objetivo possível. Seu conceito de massa desenrolou-se nesta forma:

“A massa não passa de um conjunto de indivíduos que não se movem, mas são movidos por paixões. A massa é sempre, e necessariamente, passiva. Ela não age racionalmente e por sua conta, mas se alimenta de entusiasmos e idéias não estáveis. É sempre escrava das influências instáveis da maioria, das modas e dos caprichos que passam.

[…]

Como animais que temem desgarrar-se do rebanho, os indivíduos que compõem a massa jamais discordam da maioria.

[…]

A inserção na massa lhe impõe que se vista como os outros, que coma como os outros, que goste do que gostam os outros.

Ser, pensar, agir, estar sempre, obrigatoriamente, “como os outros” é amoldar-se a esse implacável “deus” chamado “todo mundo”. É renunciar à própria individualidade, trocando-a pelo amorfo e medíocre “eu coletivo” da multidão.

Inserir-se na massa é socializar a si mesmo.

A massa é, portanto, o povo degenerado.”

O QUE É CULTURA?

Pode-se dizer que a verdadeira Cultura é aquilo que permanece intacto dentro do ser ou entre o povo, independente da ação do tempo, das influências, ou de todos os outros fatores que possas tentar alterá-la. A Cultura de um povo é, então, o conjunto de seus conhecimentos e valores puros e essenciais.

Podemos traçar o termo Cultura com o de Agricultura, uma vez que a Cultura é “plantada” e “cultivada” pelo povo.

É preciso limpar o terreno de qualquer dado inútil, considerado erva daninha, dando lugar à plantação de bons ensinamentos, verdades úteis e hábitos saudáveis.

É preciso habituar-se a pensar, separando os ensinamentos como melhor convém, organizando os estudos e arando a própria inteligência. Lembrando que o estudo sem a seleção de informações e a devida organização pode não ser considerado Cultura. É preciso hierarquizar os conhecimentos com a ajuda da lógica.

Este é o âmago do processo de formação do que é chamado de Cultura.

Ilha Do Medo

(Shutter Island)

Um ótimo suspense de Martin Scorsese, baseado no livro de Dennis Lehane, com aproximadamente 2 h e 28 min, 2010.

Quando o DVD apareceu na minha frente, eu o ignorei, devo admitir. Não sou nem um traço fã de suspenses. Dick tentou me animar, e disse que eu iria gostar, pois mexia com o psicológico (gênero que adoro). E ele acertou em cheio. Ilha do Medo é com certeza um dos melhores suspenses que eu já vi! A atuação de Leonardo DiCaprio é impecável e o enredo do filme termina surpreendendo qualquer expectativa!

O filme se passa na época da guerra fria, em um manicômio isolado em uma ilha.  O detetive, que lembra a raspa de Holmes, é um indivíduo inteligente e perspicaz, de muita valentia. O desenrolar inicial do filme me pareceu um tanto chato e costumeiro, mas mal sabia eu o que me esperava depois disso. Posso comparar Ilha do Medo com um bom livro, onde as vezes o começo é entediante, mas o final faz valer a pena todo o tempo gasto. Sua própria mente se infiltra na do personagem, e acaba criando um vínculo com o mesmo. Então, quando acontece a esperada reviravolta, é possível sentir sua cabeça girar e indignar-se como se fosse o personagem na tela. É realmente um magnífico joguete psicológico. Isso maravilha-me. Mostra que os diretores ainda tem mais do que efeitos 3D, tiroteios e vampirinhos na cabeça. Mas também chega a preocupar-me um pouco. Quão potente e eficiente é o trabalho de um gênio como este diretor para entrar na mente de seu público e transformá-la em palco para seu enredo.

Sinopse: Em 1954, uma dupla de agentes federais investiga o desaparecimento de uma assassina que estava hospitalizada. Ao viajarem para Shutter island – ilha localizada em Massachusets – para cuidar do caso, eles enfrentam desde uma rebelião de presos a um furacão, ficando presos no local e emaranhados numa rede de intrigas. Elenco conta com Leonardo Dicaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley, Emily Mortimer, Michelle Williams e outras estrelas.