Nota crítica aos “Coloridos”

AVISO: Se você simpatiza com os coloridos, ou é um deles, ou acha eles uma fofura e a nova geração do rock… Largue a mão de ser masoquista e não leia o meu blog. Vá caçar qualquer outra coisa pra fazer e continue sua vida feliz. Eu não curto, eu vou criticar, e paciência se vc não gostar. Segue o post.

Uma pequena nota crítica: Os próprios coloridos não sabem definir o que são.

Não sabem porquê vestem-se como clubbers fofuxos de lycra. Os próprios coloridos desconhecem sua filosofia, a ponto de serem influenciados pelos amigos para seguir um estilo.

E isto não é tudo. eu gostaria de corrigir a expressão… “Nós nos vestimos assim porquê é diferente”.

Amigos coloridos, eis uma verdade: você é parte de um monte de gente igual.

Sabe porquê?

Porquê diferente é algo que quebra os padrões, que foge do popular, que risca-se da regra do comum e definitivamente não faz parte da moda. Ser colorido É moda. E quanto a isso, não há dúvidas! As músicas “coloridas” não param um segundo de tocar nas rádios, os ícones “coloridos” não saem da tela da sua TV ou do seu computador, e as roupas “coloridas” são vestidas por vários jovens, senão todos! Isso não é ser diferente! Isso é ser igual! Isso é fazer parte da modinha. É só seguir o fluxo. É ser só mais um.

Vazio, porém “colorido”.

As letras não passam de um padrão meloso de relacionamento adolescente em cima de uma melodia que acharam legal chamar de Rock. Mas Rock, deixa eu te explicar… Não é a droga que eles tocam! Esse tal de Happy Rock é uma desculpa esfarrapada pra não parecer tão escroto quanto realmente é. O Rock de verdade você encontra com os Beatles, Elvis, Jimi Hendrix, Nirvana, Joy Division, David Bowie… Roqueiros de verdade! Pioneiros da música e rockstars incríveis. Eu não estou dizendo que o rock em si é um padrão. Eles eram diferentes uns dos outros. Os Beatles eram rapazes em amadurecimento, que passaram de pop a hippies. Elvis era um rebelde sedutor com gel no cabelo e terninhos boca de sino. David Bowie vestia plumagens e maquiagens rebuscadas em seus shows. Jimi Hendriz usava black power, um estilão hippie-disco e uma bandana. Todos eles eram diferentes, todos quebravam os padrões… E faziam mágicas quando encostavam na guitarra. Isso sim é Rock!

O que o Hori, Hevo, Restart, Replace, Cine, Fresno, Nx Zero, dentre outros cantam são a mesma coisa! O que eles tocam é a mesma coisa! Como se vestem, é a mesma coisa! É como assistir Malhação. A história é sempre a mesma! E continua fazendo sucesso, sem as pessoas nem saberem porquê diabos gostam!

Isso se chama modinha. O que é da moda, o que vive sendo reproduzido, o que a mídia diz que é “diferente”, pega. Ninguém sabe porquê, mas pega! Não há um motivo de verdade para se vestir de multicores néons, além do “ser legal”. Não existe uma filosofia concreta, muito menos uma história, um ideal. É só uma moda.

Eu só espero que ela passe de uma vez. Porquê eu mesma, que vivo nesta juventude, não tenho nem idéia de onde essa peste veio. E também, não faço a mínima de pra onde ela vai. Tomara que seja pra bem longe. Mas… é como Malhação. Uma vez impregnado na cabeça oca dessa geração, não vai se cansar de ser repetido… até a eternidade. Urgh!

 

P.s.: Este é um post de muita repercursão no meu blog. Muita gente comentando, criticando, ou até mesmo elogiando, apaguei todos. Se quer me encher o saco, passe reto e feche a minha janela, me ignore por completo e eu vou me sentir muito agradecida.

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Preto x Néon

É, é uma história verídica. Vejam bem vocês…

Estava combinado de eu passar esta tarde com um trio de amigas minhas nas redondezas que incluíam Liberdade e a Galeria do Rock. Eu, sabendo plenamente o tipo de estilo que estas companheiras são adeptas, decidi sair completamente de preto. Trajada de camisa preta, calça preta, all-star preto e um sobretudo da mesma tonalidade, saí de casa. Encontrei-me com elas no ponto, como planejado, e seguimos, primeiramente, para a Galeria do Rock.

Lá estando, ao passarmos por um certo grupo, evidentemente alguns anos mais velho que o nosso, fomos paradas. “Estamos fazendo um trabalho para a faculdade. É um documentário sobre o tipo de estilo de vocês. Sabe? Que se veste todo colorido. Podemos gravar vocês?”. Alguns minutos de pensamento vazio. Segurei a risada. “Claro!”.

As perguntas começam com Kuchiki, vestida de moletom Adidas azul, uma calça azul quase néon e um tênis cano longo da nike, daqueles gordinhos da moda. “Como você aderiu a moda?”, e ela responde “Foi influência da Emo”. “Há quanto tempo se veste assim?”… “Por volta de 6 meses”. “Por quê decidiu seguir o estilo?”… “Ah, é legal! É colorido!”. As perguntas são então dirigidas à Emo, vestida de um rosa berrante com bolinhas escuras: “Que bandas você escuta?”… “Ah, Restart, Tokio Hotel… (etc.)”. “E vocês têm frequentado os shows?”… “Não o último, só o penúltimo Happy Rock Sunday”. “Você se considera emo?”, e a Emo responde: “Não. Sou só confundida pelo tipo de música que gosto e jeito que me visto ou falo”. “Porquê você se veste assim?”… “Ah, porquê é diferente! É para provocar sensação de estranheza nas pessoas”.

Nesse momento, o rapaz me fitou, e pareceu segurar a risada, como eu tinha feito anteriormente. “Mas eu vejo que a amiga de vocês não é adepta a esse estilo”. E eu respondi sucintamente: “Não”. “Porquê você não gosta desse estilo?”… “Você vê nexo? Vê algum sentido aí? Nem eu. Não tenho preconceito, mas isso definitivamente não é a minha praia”. “E que bandas você escuta?”… “Caras como Killers, Beatles, até Joy Division, Bowie (etc.)”… Neste momento, meus amigos, devo lhes dizer que todos os integrantes do grupo abriram um sorriso e complementaram: “Boa, vocês deviam seguir mais o exemplo da amiga de vocês!”. E eu não consegui mais conter a risada.

Veja você, que o que eu quero ressaltar não é a entrevista em si, mas o contraste absurdo em que nos encontrávamos. Chegava a ser completamente hilário me ver com os olhos cirrados de lápis, e aquelas três lâmpadas de néon, juntas, andando praticamente de mãos dadas. Repare que realmente não tenho preconceitos, nem abomino. Só não é a minha praia. E quanto mais eu puder, mais preto eu vou vestir perto de quem brilha no escuro.

Galeria do Rock

Moon Amour

Oui, mon ami, cá estamos em mais um, veja você, flashback. É, se está cansado de toda esta lembrança, não se canse. Trata-se de uma homenagem, sobretudo. Uma homenagem a alguém (as vezes, as pessoas merecem reconhecimento. As vezes) muito especial e essencial a mim. Deixemos a enrolação melosa de canto, e partamos para o ataque brusco, direto na área cerebral da memória. Neurônios prontos, fuamaça no ar, lembranças tomando a cena…

O buraco era fundo, e ela chorava. Mas eu sabia que ela confiaria em mim. Eu sabia que me seguia por alguma razão. Mesmo com medo, tinha seguido os meus passos até ali. E juntas, permanecíamos no buraco. A diferença é que eu sabia como tirar-nos de lá. E faltavam apenas nós. Ela teria  de confiar, mesmo com os olhos embaçados de água e terra. “Eu vou te dar a corda. E vou deixar que você suba na minha frente. Eu vou te dar o apoio. É só seguir o que lhe digo e não temer. Engula o choro, querida. Agora é hora de sair do buraco”. E lhe dei uns empurrõezinhos. Com as mãos evoluindo nas paredes, em poucos instantes ela estava fora dali. Estava exultante! E eu estava logo ali ao seu lado. Fora-se o sufoco. E ficara o abraço.

Quando lembro de tantas embrenhas, mal posso contar as loucuras que precederam e procederam tudo o que matutamos. O causo foi na infância, com aquela que prova que o sangue não une ninguém. Pelo convívio e pelo laço, tornou-se alguém mais atado a mim do que um consanguíneo. Um laço que o tempo não rompe, que o mal não corrói e que a dor não separa. Um amor.

Do mesmo modo como vejo muito do comportamento de Vox refletido em mim, posso enxergar grande parte de mim estampada em minha pequenina (só metaforicamente) Lubs. Uma mulher, a esta época. Que desabrocha-se em uma velocidade deslumbrante, com um semblante firme, um sorriso luminescente e um olhar sonhador. Torna-se uma adepta do Flower Power, do Peace and Love, do Let It Be e de todo o bem que eu possa lhe transmitir. Não só eu, claro. Vox também tem uma mão nesta mágica. Mas creio que estou apenas seguindo a linha etária.

A verdade, é que depois de tantas artimanhas e histórias contadas embaixo da luz do luar, acabo me apaixonando perdidamente pela própria Lua, a qual esteve sempre me observando, me escutando e seguindo-me com o olhar, com atenção e destreza. Agora, a estrela torna-se astro reluzente. E a Lua não pára de brilhar, mon amour.

The Moon shines at night, beats in my heart. Forever star, my mirror, my love mon amour… Moon Amour.

Ponha-me no palco!

Sabe, não sou de sentir essa antiga vontade. Quando digo que é antiga, não lhe minto nem um pouco. Daqueles tempos de aula de ópera, teclado e outras artimanhas infantes.

Estes dias, em cima de minha cama, cantava a todo pulmão Kaiser Chiefs e Killers, imaginando que desfrutava do palco, do vocal, do acariciar da guitarra, dos pulos incansáveis e dos acordes em último grau.

Senti necessidade de estar num palco, numa banda, num instrumento, e de imediato, de preferência.

Alguém aí interessado em montar uma banda de rock? 🙂

Pra ti, criei amor.

Amar é dar-se completamente, sem precisar negar-se, e mesmo que preciso, fazê-lo sem demora. Amar é aceitar e apoiar.

Amar é ser tudo aquilo que se pode, ao extremo, intesamente, para só o seu amor.

Amar é poder viver pra sempre do que se ama, sem ar, sem suprimentos, sem vergonha ou limites.

Amar é não ser impedido pela gravidade, e voar. É sentir falta a cada segundo que passa do abraço, do beijo, do olhar, do cheiro, do riso, da presença e do amor.

Amar é você e sou eu.

Amar é fazer feliz com todas as forças. E ser feliz da mesma forma.

Amar é incondicional. Amar é incontrolável. É inacabável.

E, sobretudo, Amar é contraditório, é transitório, é variante. Que quero dizer? Que Amar é pessoal. Que quem faz o Amor é cada um.

E eu fiz o meu. E eu amo o meu. E não há melhor.

Que Amar.

Sobre a Vida, a Morte, Sobre Você, Eu.

Sobre a Vida

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

Por Charles Chaplin

Sobre a Morte

A morte, por si só, é uma piada pronta. 
Morrer é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada, 
está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem,
precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no
carro e no meio da tarde morre. Como assim? 
E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? 
Não sei de onde tiraram esta idéia:
MORRER!!!
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio
estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve
lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física,
quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para
estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer
da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora
de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente… 
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, 
numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.
Qual é? 
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, 
sem ter dançado com a garota mais linda, 
sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. 
Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e
penduradas também algumas contas. 
Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, 
a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. 
Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. 
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, 
caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, 
começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte
costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. 
Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o
sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não
acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase
nada guardado nas gavetas.
Ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo? Morrer cedo é uma transgressão, 
desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. 
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.

Por Robson Degan

 

Ora se vivo,

Ora se morro…

Onde está tal tênue diferença?

Onde está tamanha significância?

Neste abismo de mundo, de vidas, de relevâncias…

Senão propriamente em mim.

Na minha vida.

E na minha morte.

Efêmera e óbvia. Distante e oculta.

Por Marina Rocha

 

– Você coleciona um monte de bugigangas – disse finalmente.

– Bugigangas, não. Imagine quantos séculos de história estão guardados nesta sala. Eu não chamaria isto de bugiganga.

– Por acaso você é dono de uma loja de Antiguidades?

O rosto de Alberto assumiu uma expressão de desapontamento.

– Nem todos são capazes de simplesmente se deixar levar pelo fluxo da história, Sofia. Alguns precisam para e recolher o que foi ficando pelas margens do rio.

– Que forma estranha de se expressar!

– Mas é verdade, minha cara. Não vivemos apenas em nosso próprio tempo. Carregamos conosco também a nossa história. Não se esqueça de que tudo o que você está vendo hoje aqui já foi novinho em folha um dia. Esta boneca de madeira do século XVI, por exemplo, talvez tenha sido feita para a festa de quinze anos de uma garota. E talvez tenha sido feita por seu avô já bem velho… Depois a garota virou uma adolescente, cresceu e se cansou. E talvez ela própria tenha tido uma filha, que herdou esta boneca. Depois ela foi ficando velha, até que deixou de existir. É possível que ela tenha vivido uma longa vida, mas agora, não existe mais. E nunca mais vai voltar. No fundo, ela apenas fez uma breve visita à Terra. Sua boneca, porém… Está bem sentadinha ali na estante.

– Falando desse jeito, tudo ganha um ar triste e solene.

– Mas a vida é triste e solene. Somos deixados num mundo maravilhoso, encontramo-nos aqui com outras pessoas, somos apresentados uns aos outros e caminhamos juntos durante algum tempo. Depois nos separamos e desaparecemos tão rápida e inexplicavelmente quanto surgimos.

Jostein Gaarder – O Mundo de Sofia

Agora diga-me você o quanto se vê. O quanto me vê… E a vida que planejou.

A vida que leva nas costas, sua história, seus planos… São aqueles que queres selar junto ao túmulo do tempo?

Que eu vou ser quando crescer?

Há umas semanas atrás, tive a oportunidade de visitar a Faculdade Rio Branco. Para quem sabe, são dispensados comentários. A estrutura é linda, é vasta, bem planejada e organizada. As salas são super bem equipadas. E tudo pareceu estar nos trinques. Isso é suspeito, claro. Você não acha que eles gostariam de passar um má impressão, não é mesmo? Enfim, a Faculdade em si não é meu ponto. Durante esta visita, fomos propostos a uma Pesquisa de Afinidade Pessoal e Profissional, que trata-se de um teste com algumas 200 perguntas variadas de Sim ou Não. Respondidas, elas anexam às suas preferências, gostos e respostas à aptidões e possíveis cursos. Fiquei supresa com o meu. Muitas aptidões que eu desconhecia ganharam um apatamar alto na pesquisa, e até que faz bastante sentido. Elas vingam bem. Para quem me conhece, achei interessante postar as aptidões de porcentagem mais altas, para que compartilhem da surpresa… ou possam dizer “eu sabia”.  Enfim, nada é 100% de certeza, mas até que chega perto… confira:

Lazer e Turismo 93% (surpresa!)

Jornalismo 88% (certeiro)

Relações Públicas 87%

Filosofia 86% (surpresa!)

Turismo 85% (surpresa!)

Produção Cultural 84%

Publicidade e Propaganda 79% (não gosto)

Prudução Editorial 78%

Ciências Sociais 78%

Hotelaria 77% (surpresa!)

Ciências Políticas 77% (não gosto)

Artes Cênicas 74% (certeiro)

Relações Internacionais 74% (certeiro – penso em fazer)

Tradução e Interpretação 72% (certeiro)

Letras 70% (certeiro – curso visado no momento)

Rádio e TV 70% (surpesa!)

Linguística 69%

Comunicação das Artes do Corpo 68%

Estudos Literários 68%

Cinema e Vídeo 67% (surpresa!)

Psicopedagogia 65%

Pedagogia 64%

História 64%

Arqueologia 63% (surpresa!)

Estas são as aptidões que se sobressaem que realmente me chamaram a atenção. Se você é um empregador, e vê que tenho as aptidões que você procura, não hesite! Não sou o desperdício de tempo que posso parecer, nem a menininha que aparento ser. Posso virar o mundo de cabeça para baixo e surpreender.

E me surpreender!

Arqueologia… essa é boa… rs.