The Cavern Club

Foi o lugar onde talvez a melhor banda do mundo entrou em incandescente ascensão para o mundo da imortalidade musical, condecorados com pompa, cabelos tigelinha, gravats finas e melodias que explodiram mentes em todo e qualquer canto, lugar, geração e lar. O quarteto fabuloso de Liverpool (The Liverpool’s Fabulous Four), os soberanos The Beatles.

Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr foram, sem dúvida, os maiores e melhores musicistas de toda uma Era! (que pra variar, eu perdi.)

A banda se formou como qualquer outra banda. Conheço um amigo meu que toca baixo, e mais um guitarrista. Quase todos os garotos maravilha estudavam em escolas artísticas, o que lhes facilitava toda uma vida. Cada um tinha uma ponta em uma banda diferente, que tocava geralmente em festivas, eventos, ou apenas por diversão. Foi então que um dia, John conheceu Paul e então, tudo estava maravilhosamente enquadrado no universo. Ambos juntaram-se e, junto com o amigo guitarrista solo George Harrison, começaram o que seria o prelúdio dos Fab FourSilver Beetles. Explodiram cada vez mais no The Cavern Club, em Liverpool, atraindo cada vez mais atenção. Muitas alunas e alunos, fingindo estar na biblioteca do colégio, escapuliam da escola até o Cavern para escuta-los. Depois da batida policial, porém, essa cena foi um pouco amenizada, porém não o sucesso iminente dos garotos. O baterista era até então, Pete Best (na época de 60, ou 62… cuidado para não confundí-los nas fotos! rsrs), mas assim que Brian Epstein tomou lugar como empresário, após ter se deliciado um pouco no Cavern Club, Pete foi demitido e Richard Satrkey, ou melhor, Ringo Starr foi chamado para ser um tigelinha. A primeira apresentação chegou a ser vaiada, e o público exigia Pete Best. Porém, com o tempo, este probleminha foi logo passado batido. Estavam então, finalmente juntos… The Beatles.

Explodiram sucessos britânicos como Love Me Do, o primeiro grande hit, seguido logo por Please Please Me. Foi então que começou a se perceber uma grande histeria do público e foi declarada oficialmente a Beatlemania. Logo vieram mais esplendorosos sucessos, como With The Beatles, Till There Was You, Not A Second Time e I Want To Hold Your Hand, respectivamente. Os mais sérios críticos musicais começaram a aguçar os souvidos para os besouros, e o sucesso só tendeu a explodir cada vez mais. Foi então que a EMI (a gravadora onde estavam instalados belos contratos Beatles) mandou o sucesso para sua subsidiária americana, Capitol Records, lançando sucessos como Please Please Me, From Me To You e I Want To Hold Your Hand para os cantos norte-americanos. Infelizmente, sua ascensão foi realmente demorada pela América. Mas atingiu seus bem merecidos um milhão de cópias, e mesmo a contragosto de Elvis Presley (criticava os Beatles como antiamericanos), eles foram fazer shows pelo continente. Bob Dylan, ao contrário de Presley, botava grande fé nos Beatles, dizendo que restauravam o orgulho do país. Shows de bandas estrangeiras (britânicas, européias, enfim) nos Estados Unidos, como U2, Oasis e The Cranberries, só foram possíveis pelas portas abertas pelos Beatles.

Passa-se o tempo, e os Beatles tornam-se cada vez mais um grupo maduro, com acordes muito mais firmes, letras muito mais abrangentes e um sucesso cada vez mais monumental, que havia se espalhado não só pelo Reino Unido e pela América, mas por todo o globo. Lançados por volta de dois Discos, estreiam o filme A Hard Day’s Life ( Os reis do Iê Iê Iê). Lançaram simultaneamente o álbum A Hard Day’s Life, e logo, Beatles For Sale.

Vossa Majestade Isabel II, rainha do reino Unido então concedeu o título de Membros da Ordem do Império Britânico para os rapazes. Em julho desta época (65), é lançado então o segundo filme, o grande sucesso: Help! e o respectivo álbum. Em agosto deste ano, fizeram o primeiro show de rock num local aberto, o Shea Stadium, em New York, com uma numeração de 55.000 pessoas. Lançado logo o sexto álbum Rubber Soul.

Em 66, os Beatles já eram completamente definidos, e seguiriam esta linha até seu fim, em 70. Porém, o mundo não era mais o mesmo… Martin Luther King Jr. liderava o povo contra o apartheid, a Força Aérea Americana atacava o Vietnam, a primeira espaçonave de pesquisa havia chego a Vênus e na China, acontecia o grande Expurgo Cultural. Os Beatles tiraram umas férias, alguns casaram, como George Harrison, com a modelo Patricia Anne Boyd, o grupo encontrou-se muitas vezes com Mick Jagger e Brian Jones (Rolling Stones). John afirma numa entrevista que o Cristianismo chegaria inegavelmente a um fim e que oa Beatles era mais populares que Jesus Cristo, o que causa uma polêmica incabível.

em 66 para 69, o grupo gravou o Disco Revolver, e fez sua última performance (pagante) no telhado da Apple. Fizeram também a mixagem da música All You Need Is love, com alguns amigos no coro, contando com Mick Jagger, Eric Clapton entre outros. Em 67, topam com um guru chamado Maharishi Mahesh Yogi, em pleno Hilton Hotel. Viajaram para a Índia, e enquanto estavam com o guru em “aperfeiçoamento espiritual”, ficaram sabendo que epstein havia batido as botas, por overdose. Fizeram viajens por toda a Índia, ainda em aperfeiçoamento a base de mantras, e, ao voltarem, fundaram a Apple Records, em lugar de sua antiga empresa, a Beatles Lt. (Obs: O tal guru era na verdade uma grande farsa, uma vez que revelou depois de um tempo aos Beatles que queria um acordo para transferir uma grande porcentagem do lucro da banda para si).

É feita a gravação do soberano White Álbum, e é possível perceber os climas tensos no grupo. Após algumas tensas discussões, Starr se afasta por um tempo da banda, deixando o peso da bateria nas costas de Paul, que começou a se intitular demais de líder da banda. A excessiva presença da artísta plástica nipo-americana Yoko Ono, namorada de John, a morte de Epstein, e a falta de oportunidade que Harrison enfrentava para expor suas composições criaram a óbvia demontração do que estava por vir… O fim.

No verão de 69, após a famosíssima apresentação nos telhados da Apple Records (idéia de John), os Beatles gravaram seu penúltimo álbum: Abbey Road… o último, e melhor considerado pela crítica, disco Let It Be é lançado. E então, Lennon anunciou para a banda que estava fora. Depois de um tempo, McCartney também pulou fora, partindo em carreira solo, assim como Harrison, que passou a finalmente compor suas próprias músicas (seu trabalho sempre foi excelente, a música Something, uma obra-prima, tem grande mão de Harrison), e Lennon caiu nos galhos da banda Plastic Ono Band, com Yoko Ono. A banda estava obviamente, e infelizmente, desfeita. Chega então, a pior notícia de todas…

Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP Double Fantasy em frente ao Dakota. O rapaz era Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, que acabou dando 5 tiros em John Lennon com revólver calibre 38. A polícia chegou minutos depois e levou John na própria viatura para o hospital. O assassino permaneceu no local com um livro nas mãos, “O Apanhador no Campo de Centeio” de J.D. Salinger. John morreu após perder cerca de 80% de seu sangue, aos quarenta anos de idade. Logo após a notícia da morte de John Lennon, que correu o mundo, uma multidão se juntou em frente ao Dakota, com velas e cantando canções de John e dos Beatles. O corpo de John foi cremado no Cemitério de Ferncliff, em Hartsdale, cidade do estado de Nova Iorque, e suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono.

Em 1990, George Harrison é diagnosticado com Câncer de pulmão. Lutou bravamente, até a sua morte, em 2001.

Ringo Starr e Paul McCartney continuam vivos. Existe uma lenda que diz que paul morreu há muito tempo atrás, um pouco avante do meio da carreira dos Beatles, e que foi substituído por um sósia (William Campbell ou Billy Shears). O que, claro, ainda continua lenda, mesmo que seja completamente coberta de intriga e argumentos sem fundamento.

A verdade simplismente irrefutável, é que mesmo depois de anos e anos, depois de tanto rebuliço, de tantos gritos histéricos na década de 60, de altos e baixos (mais altos), The Beatles continuam maravilhando as gerações que realmente não os deixam partir para o esquecimento (algo que particularmente, acho irrevogavelmente impossível, uma vez que tem até mesmo seu espaço no Hall da Fama do Rock’n Roll). Os Betles foram rodados incansaveis vezes, fossem em LP’s ou CD’s por muitas e muitas vezes em minha infância e não conseguiram desgrudar de mim, até hoje, onde me encontro no posto de uma verdadeira tiete atrasada, uma Beatlemaníaca deixada num mundo sem John, sem Harrison. Sem Beatles. Mas a melodia dos acordes do rock psicodélico imortal dos tigelinhas certamente levará consigo a mesma mágica que sempre teve, desde os tempo do velho Cavern Club. Quando os escuto, ainda posso sentir o cheiro de subterrâneo, escutar alguns milhões de gritos desesperados, direcionados a um palco não muito apertado, que os faz simiar a um altar, empunhados em uma bateria, um baixo e duas guitarras, endeusadas por 4 rapazes fabulosos de Liverpool, que mudaram a história do mundo.

 

All You Need Is Love.

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Ver o mundo em seu olhar

Nestes dois dias, Will andou revirando meu antigo Nando. E acabou que eu percebi que nunca tinha prestado a devida atenção às rimas e melodias como elas exigem. Esta em especial, nos fascinou.

Esperei por tanto tempo
Esse tempo agora acabou
Demorou mas fez sentido
Fez sentido que chegou…

Eu pensei
Que fosse nunca
Mas agora já se foi
Nunca mais parece triste
Triste eu era
Agora passou…

Porque eu estou com ela
Sou dela, sem ela
Não sou!
Porque eu preciso dela
Só dela, com ela
Eu vou!

Sempre olhei
À mim nos outros
Estava em toda a multidão
Sendo muito e tendo pouco
Dando muita explicação…

Eu quero olhar
Prá esse mundo
Ver o mundo em seu olhar
Quero ser, te quero muito
Ficar junto e respirar…

Porque eu estou com ela
Sou dela, sem ela
Não sou!
Porque eu preciso dela
Só dela, com ela
Eu vou!

Estava tão longe
Num outro lugar
Trancado e distante
Na esfera lunar
Na superfície
Ou no deserto
No asfalto ou no avião
Na prateleira
De um depósito
Na cordilheira
Num vulcão…

Sou Dela – Nando Reis

Sweet Dreams

(relato de semana passada)

Sábado ao entardecer, Mary Jane estava no carro, em retorno ao número 206, após ter passado até o momento na casa de sua tia Sunshine e tio Pete, com Buballoo, Harry, Vox e Petit. Tinha conversado a tarde toda com ele, mas mesmo assim, o fato de ter planejado a semana toda tê-lo e os planos terem sido riscados ainda lhe incomodava. Tinha mesmo de contentar-se com um filme? Mas ela sabia que não tinha o direito de segurá-lo para si. Ele tinha de ver os amigos. Amigos são sempre mais importantes que um romance. Mas Mary Jane não podia conter o desânimo de não poder estar com ele. Ao chegar em casa, quis apenas enfronhar-se em seu travesseiro e passar mais uma noite absorvendo HBO.

Eis que sua irmã liga, para reconfirmar um antigo convite. Buttercup iria ao centro, passar a noite numa casa noturna, num aniversário de uma amiga de trabalho. O desânimo era grande, mas, whatahell! Que mal faria apegar-se a um programa diferente? Talvez pudesse se distrair… Ou talvez tivesse aceitado porquê sabia que estaria perto dele.

Toca rock, e é para se vestir de modo impactante. Use aquela sua roupa, vai saber se vestir para isso bem.

E sabia mesmo.

Passo para te buscar as onze.

Puxou sua meia arrastão pela perna, por baixo de um curto shorts preto de cetim e uma bota até a canela. Uma camiseta branca estampada de credenciais de bons shows por baixo de um bolero preto babado, luvas sem pontas e um chapéu bem alinhados. Coloriu os olhos de puro lápis e rímel e esperou pelo carro. Buttercup estava escondida embaixo de um visual simpatizante do gótico, o que me fez rir muito. Ela deu uma sacada em Mary Jane, que parecia como sempre pareceu.

No caminho, torcia para que a bateria do celular aguentasse pela noite, ansiosa por contato. Guardou-o dentro da bota, para que as chances de não senti-lo tocar tornassem-se nulas. Chegam ao lugar, bem escondido nos altos de uma rua pouco movimentada e mal-iluminada. A entrada era bem apresentada. Mesa de sinuca, um bar vazio, um balcão, retratos de famosos nas paredes, tudo iluminado por neóns, e ao fundo uma grande escadaria de metal vermelha, que levava ao subsolo, à pista de dança. Lugar bem fechado, um ar um tanto envelhecido, sofás pelos cantos escuros, uma pista vazia e um fundo com bar, desta vez, bem servido. Mary Jane encosta-se numa mesa ao lado do balcão do DJ, abaixa a aba do chapéu preto risca de giz e tenta perder-se no ritmo de músicas completamente aleatórias, de pop alternativo, até tecno mal-feito e alguns escassos rocks.

Observa a casa começar a encher, o público começar a dançar, a noite se desenrolar. Se perguntou algumas vezes porquê diabos tinha ido parar ali. Buttercup estava envolvida em alguma roda de amigos.

Então, sentiu o celular inquietar-se dentro da bota. Subiu trôpega pela escadaria vermelha e atendeu.

Querido?

Oi meu amor. Aceitou o convite de sua irmã?

Sim. Devia ver como estou vestida. (risos)

Qual o nome do lugar mesmo?

Eclipse.

Da rua?

Bento Freitas. Está com seus amigos?

Sim, sim. Estamos esperando antes de entrar.

Que bom. Não te vejo hoje não é?

Ham… Não, querida, desculpe.

Tudo bem. Só queria ter certeza… Enfim, divirta-se.

Obrigado. Você também.

Desliga, feliz, de certo modo. Fora para aquilo que não havia desgrudado do aparelho celular. Ele ligar. Ouvir sua voz. Sentiu-se até mesmo satisfeita, ele estava curioso sobre ela. Desceu as escadas e permaneceu ali no seu canto, a casa cada vez mais cheia e a pista cada vez mais movimentada. Troca algumas palavras com Buttercup e sente novamente o chamado dentro de sua bota. Corre mais uma vez escadaria acima, atende ansiosa a ligação.

Querida, perdão, mas esqueci o nome da rua.

Bento Freitas. Eclipse. Alguém conhece?

Não, ninguém. Tudo bem, obrigado.

Okay. Boa noite então?

Boa noite.

Desceu novamente, desta vez um tanto mais cabisbaixa. Ela já sabia que não o veria, mas mesmo assim, a idéia reforçada parecia-lhe uma estranha recém chegada. Naquele seu canto, Mary Jane observou mais um pouco da noite ao lado do balcão do DJ, que parecia ter um estoque interminável de excentricidades.

Começa um ritmo frenético de algo que parecia um tanto quanto pop-rock japonês. A cantora era tão rápida quanto a batida. Dei uma risada tímida, pois sempre simpatizei com aquela origem musical. Olhava de aba baixa para o interior das botas, tão caladas. Então, ao olhar de canto para o lado, quase perdeu o coração pelos pés do subsolo… Dick Grayson vinha ao seu encontro, com um sorriso satisfeito. Tomou-lhe pela cintura, hipnotizando-a com aqueles olhos mel.

Mas… o quê? Como…? Você não…?

Não. Vim te ver. Como posso me concentrar em outro lugar se não estou com você?

E beijou-a. Desta vez, talvez as batidas do coração da garota estivessem mais rápidas que o j-pop. A cena parecia tirada de algum filme antiquado. O lugar vazio, mal-iluminado por neóns. Encostados na mesa de sinuca, onde disputavam uma partida, tinham se abstido do jogo. Abraçados, trocavam declarações.

Minha luz. Eu vim ao seu encontro.

Eu te amo.

Eu te amo.

E toca nos baixos megafones Sweet Dreams. Ironia, destino, coincidência… chame como quiser. Ela considerava apenas uma rotulação… Um par de olhos mel, um abraço quente, uma voz uniforme e forte, envolvente e gentil, que faziam valer toda a noite, toda a semana, toda a espera, a desesperança, ou seja lá o que diabos precise ser mencionado…

Eu te amo.

W.I.T.H. you ♥

Num dia destes, desta semana, derrubei do armário um antigo porta-jóias de madeira e um álbum de fotos de uma viagem que fiz à Flórida. Decidi dar corda no velho porta-jóias, que meu pai havia comprado para mim há muitos anos atrás, numa loja de antiquidades e quinquilharias (toca Yesterday quando aberta a primeira gavetinha) e pendurar minhas coisas nele. Revi todo o álbum umas 3 vezes, rindo das legendas estúpidas (escritas por mim, é claro), diante de tanto a ser dito de cada momento. Então, ao esticar o braço para guardar o álbum, esbarrei a mão num antigo caderno escolar. Nele, achei desenhos, anotações e recadinhos de grandes amigas. Reparei no detalhe das letras, no carinho das palavras e voltei a guardar o velho caderno. Mais tarde, falava com uma das grandes amigas, que comentava sobre um post deste blog.

Vi que postou sobre mim. Me achei ali, como Will. Obrigada.

Que nada. É que é tão nostálgico, achei que seria o apelido perfeito. Me lembra do começo.

Nem me fale. Que saudades.

E então, bateu-me a lembrança de que, naquele tempo de começo, escrevíamos frequentemente, todas num só caderno, recados e avisos e cartas umas para as outras. Lembrei-me de que, em algum lugar daquela arena de combate que era meu quarto, ele devia estar guardado. Corri do computador, botei o baquinho diante do armário e cavoquei um pouco para achar dentro de um velho fichário o querido caderno. Folheei cada parte lentamente, lendo muitos dos recados, rindo de nossas inocências, de nossas conversas, de nossas preocupações levianas, de nossos devaneios infantis. Do descuidado que tínhamos com o âmago de tudo que nos tornamos e do apego e afeto àquelas páginas enfeitadas. As irmãs que tive a honra de escolher a dedo. Que me escolheram, que me acolheram, apoiaram, apontaram, ajustaram, desparafusaram e amaram. Mas nada me chamou mais atenção do que o primeiro registro… Um juramento solene, digno de um forte aperto de mão, amarrado com fitinhas e juntamento e mindinhos…

Promessa de um pacto

“Temos de ser sempre sinceras entre nós! E, se houver algum problemas, vamos resolve-lo juntas! Combinado?

-Combinado!”

Ass.: Will, Irma, Taranee, Hay Lin, Cornélia.

 

Provavelmente, ainda postarei mais trechos deste meu adorado artefato reencontrado. Com sorte, encontro outro. Mas as assinaturas coloridas, ainda demonstram toda a sinceridade e força de vontade que temos entre os nossos sorrisos. Volto à janela de Will, e informo que ela mal perde por esperar pelos próximos posts.

Will                ..          Irma          ..            Taranee         ..          Hay Lin

Com vocês

Por vocês.