Touché

Não sei porquê, mas eu voltei pra casa querendo postar isto no blog… Aviso a quem começar a ler que é uma coisa inútil e besta. Ha, que novidade. 🙂

 

Planejava voltar para minha casa de condução, pois além da ventania, a chuva estava escorrendo pelo véu diurno. Porém, quando me dei conta, eu já terminava de descer a Itaberaba City, a barra da calça encharcada e as mãos congeladas em volta do guarda-chuva. Ao som de Yellow Ledbetter, permiti que minha mente viajasse a vontade por recompensa ao meu bom-humor. Sabe-se lá por onde minha mente vagou o percurso inteiro, até o momento que fui disperta por um puxão de cabelo e uma risada alta, sonora e maldosa. Um antigo amigo, professor de matemática, se divertia com a minha distração, zombando da minha cara.

-Estava pensativa é? Eu estava vendo até fumaça. Que é que matutava tanto com esse seu mononeurônio?

-Com a complexibilidade apresentada a mente humana equiparada a existência duma entidade divina, que é Deus. – Eu respondi, curta e grossa, com um olhar ferino.

Pobre coitado, o humlihei na frente da esposa. Fomos eu e ela ao chão de rir da cara do indivíduo. Marina 01 x Professor 00. Tá certo que ganhei um hematoma, mas as reações humanas são impagáveis. Tenho que parar com isso. shaushaushuashuashuhasuhas

 

Eu avisei que era besta ler isso. Da próxima vez, acredite. 😀

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4 Respostas para “Touché

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